Comitê se reúne para construir nova chamada do SisNANO

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O Comitê Consultivo de Nanotecnologia e Novos Materiais reuniu representantes do governo, da academia e do setor produtivo para discutir uma nova regulamentação técnica para a integração de unidades ao Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias (SisNANO). “Entre as principais propostas de mudança estão a exigência de laboratórios concorrentes apresentarem um plano de negócios e terem parcerias com empresas. Nossa ideia é dar maior dinâmica ao SisNANO por meio da chamada pública que estamos elaborando para esse projeto”, explicou a diretora do Departamento de Políticas de Desenvolvimento e Inovação de Tecnologias Estruturantes do MCTIC, Adriana Martin.

Para o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Maximiliano Martinhão, a interação entre a academia e a indústria é importante para o desenvolvimento do país. Ele afirmou ainda que a ampliação dessa sinergia vai nortear os programas apoiados pela Setec.

“Além de novas iniciativas voltadas para a integração da academia com a indústria, estamos também aproveitando cada oportunidade de rever os programas já existentes. Todo o nosso esforço está em estreitar cada vez mais os laços entre esses dois setores que, somente atuando juntos, podem gerar inovação e riquezas para o nosso país”, afirmou.

Na última semana, os laboratórios integrantes da primeira chamada do SisNANO participaram de um workshop para a prestação de contas e a apresentação dos resultados alcançados. O MCTIC investiu R$ 88 milhões neste edital para a melhoria da infraestrutura laboratorial, a manutenção do corpo técnico-científico qualificado e para a viabilização do acesso aberto às unidades, atendendo usuários e instituições dos setores público e privado.

O Comitê

Instituído em janeiro desde ano, o Comitê Consultivo de Nanotecnologia e Novos Materiais tem o objetivo de assessorar o MCTIC na definição dos objetivos principais, áreas prioritárias, diretrizes, alocação de recursos, avaliação das iniciativas, ações, programas e projetos em nanotecnologia e novos materiais.

Na instância, estão representados o MCTIC; o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM); o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep); o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); a Universidade Federal do Ceará (UFC); a Universidade Federal do Paraná (UFPR); a Confederação Nacional da Indústria (CNI); a Petrobras; a Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC); a Associação Brasileira de Polímeros (ABPol); e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações


10 de outubro de 2018


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